Espectáculos

“Robertos, Viola & Campaniça”

Uma tourada dos Diabos! Peça para Robertos, viola campaniça, guitarra e lenço branco*

É Neste País – Associação Cultural, apresenta um espetáculo de Robertos com ingredientes pouco habituais nesta forma de teatro de marionetas.

Baseada na “Tourada à portuguesa”, uma das peças que compõem o restrito repertório tradicional de Robertos, “Uma tourada dos Diabos” apresenta uma visão muito própria do confronto do Homem com a “besta”, venha ela em forma de animal ou diabo, seja ela o reflexo de si mesmo ou uma imagem de olhos fechados.

A música, muito rara nos espetáculos de Robertos, tem aqui um papel fundamental para o contar da história: é ela que monta e desmonta esta arena de pano, brinca e dialoga com os bonecos, transporta as emoções nas cordas das violas e das vozes.

*Tradicionalmente, o lenço branco é exibido para a atribuição de música na tourada à portuguesa.

Criação colectiva a partir de “Tourada à Portuguesa” – Repertório tradicional de Robertos Manipulação, Construção dos bonecos e palheta: Manuel Costa Dias
Música original, arranjos, viola campaniça e percussão: António Bexiga
Arranjos, guitarra percussão e voz: Nuno do Ó

“Bonecos & Campaniça”

Um músico e um marionetista dão vida a duas mãos cheias de bonecos e contam as suas histórias. Histórias sem palavras, ao som da viola campaniça.

Manuel Dias (Trulé): Marionetista/construtor e investigador em formas animadas
António [Tó-Zé] Bexiga (Uxu Kalhus, Bicho do Mato, NmB): Composição/Música original. Viola Campaniça

Uma produção :: É Neste País . Associação Cultural

“Marioneta meu amor”

Espetáculo que associa a manipulação de marionetas com música tocada ao vivo pelo pianista e compositor Amílcar Vasques Dias.

Marioneta meu Amor, um concerto-espectáculo inigualável que junta o intimismo e cumplicidade na poesia da música e das imagens. Criado a partir do CD “Desnudo”, de Amílcar Vasques-Dias, sobre poesia feminina hispano-árabe do século XII, em “Marioneta Meu Amor”, Manuel Dias, conceituado marionetista, dá vida às personagens que se desvendam na música e nos poemas. A mestria do marionetista, aliada a uma criteriosa selecção musical, traz de volta a mais pura essência da arte.

“Bonecos com história”

Histórias sobre os bonecos mais representativos do TRULÉ.

Quatro dos bonecos mais representativos que participam nos espectáculos do TRULÉ, Bebé, Gato, Palhaço e Vladimir têm uma história, a história da sua existência até serem bonecos manipulados.
O espectáculo acontece pela leitura da história de cada um dos bonecos seguido da sua manipulação.
Construídos frente aos espectadores ao prolongar as suas histórias pelas mãos do manipulador criam a sensação de vida estimulando às emoções e ao imaginário.

“As minhas MAIS… Marionetas”

O espectáculo As minhas MAIS… Marionetas, por ser antológico, sintetiza um percurso de mais de trinta anos de pesquisa e entendimento das várias técnicas de construção e manipulação de marionetas.
É um espectáculo de pura poesia visual em que os bonecos tocados por graça infinita e pelos dedos mágicos do bonequeiro nos mostram pedaços de vida em histórias de sonhar e encantar.

  • Prémio da Melhor Criação Artística – Almaty, Cazaquistão (2011)

“TRULÉ apresenta TEATRO À LA MINUTA”

Inocência Perpétua e Joaquim Falas Boas estão sentados num banco de jardim frente à máquina fotográfica “à lá minuta” e esperam o fotógrafo para lhes tirar o retrato em que fique gravado o amor que sentem um pelo outro. É grande a ansiedade, Joaquim Falas Boas recita o poema “canção da fotografia”. Surge o fotógrafo que com voz rouca dá orientações para a boa pose. Flash e uma gargalhada, pois o fotógrafo revela se muito especial.

“Bonecos do Mundo” bonecos do Trulé e do Mundo, técnicas mistas

O espectáculo Bonecos do Mundo resulta do encontro de marionetas tradicionais de várias partes do Mundo com marionetas do TRULÉ também elas viajadas pelo Mundo e, por isso, do Mundo.
Bonecos do Mundo é um espectáculo formativo e de informação do teatro de marionetas, que concilia a representação das várias técnicas de manipulação de marionetas com o percurso histórico desta forma teatral. Através do relato de pequenas histórias e de factos, dá-se informação da transformação e desenvolvimento das marionetas através dos tempos. Nele são manipuladas marionetas tradicionais do continente asiático, berço desta forma teatral.
Este espectáculo com a duração aproximada de uma hora é primordialmente dirigido à Infância e Juventude e indicado para o público escolar.

“Amores e Humores da Bonecada” técnicas mistas com projeção de desenhos

Apagam-se as luzes, acendem-se os projectores.
No palco dez cadeiras sentam os dez actores do espectáculo.
Todos terão em comum, para lhes dar o momento de existência, o homem de negro que os faz e se faz boneco.
E então eles, os actores, a solo enamoram-se, ironizam, uns ingénuos, outros arrogantes, mas todos sorvendo pequenos fragmentos da vida.
E é vê-los em amores contidos, perdidos e encontrados em amores correspondidos e recusados mas para todos o humor é o condimento da vida.
Coisas de bonecos…será?
É que isto de ser boneco é coisa que se lhe diga.

  • Prémio Excellent Visual Effects – Chengdu, Rep. Popular da China (2012)
  • Prémio Golden Magnolia Arts Innovation – Shanghai, Rep. Popular da China (2010)
  • Prémio de Inovação na Manipulação – Praga, Rep. Checa (2004)

“Variações de Marionetas em Redor da Música” técnicas mistas, continua em construção com a criação de novos sketch’s

O silêncio e um palco.
Um homem. Ouvem-se os primeiros acordes de música. A música acorda. Marionetas, muitas marionetas todas elas pequenas ilusões da vida. Pela sua força cresce a curiosidade, a expectativa e para que aconteça o espectáculo basta que lhe emprestem o coração. No fim não há tristeza. É uma espécie de alegria suspensa. E por falar nisso: no fim, o nosso coração está tão grande, que temos que o levar às costas.

  • Prémio do Festival – Lódz, Polónia (2001)
  • Prémio da Melhor Manipulação Artística – Praga, Rep. Checa (2003)
  • Prémio de Espectáculo de Excelência – Shanghai, Rep. Popular da China (2005)
  • Prémio de Criatividade e Ritmo na Arte do Espectáculo de Animação – Bucareste, Roménia (2006)
  • Prémio Desempenho de Qualidade – Kragujevac, Sérvia (2011)

“Robertos e outras Marionetas” técnicas mistas

Robertos e outras Marionetas é um espectáculo em que as técnicas tradicionais convivem com novas propostas de manipulação transportando o espectador para o mundo mágico das marionetas. Nele se mostra o tradicional pelas marionetas de fios, de sombras ou a Tourada, marionetas de luva, que acontece na barraquinha onde o manipulador através da palheta com som agudos sublinha o ritmo alucinante dos robertos, e a inovação por técnicas mais arrojadas em que a constante é a mão ou o braço do manipulador como suporte para a construção da marioneta.

  • Prémio de Combinação da Manipulação Moderna com os Robertos Tradicionais – Praga, Rep. Checa (2006)

“O Namoro” e “Tourada” na técnica de Robertos

Se o imaginário se alimenta de imagens, quem é que não se lembra dos Robertos nos espectáculos de feira?
Este espectáculo tradicional na técnica de luva assenta na rápida manipulação dos bonecos, numa luta constante entre o fantoche e o seu manipulador. É assim que nasce a grande proximidade entre eles. E também devido ao facto de tudo se passar no exíguo espaço de um metro quadrado.
Os Robertos imitam a vida, mas são mais livres. Por isso, dizem e fazem tudo o que lhes vem à cabeça. Daí que se desenvolvam alternadamente e com uma rapidez vertiginosa, situações de drama e de comédia de sentimentos contagiantes.
Na Tourada, o cavaleiro traça o destino do touro, colocando-lhe a primeira farpa. Depois de enfrentar com coragem vários adversários, o touro irá morrer nas mãos do forcado.
O Namoro é a história de um homem que procura namorada e depois de um primeiro encontro, é vítima de um equívoco.
Quando a procura de novo, confunde-a com outro homem, a quem vai obrigar a pagar com a morte o humilhante engano.
São assim as histórias dos Robertos: humanas, demasiado humanas.
E porque são imitações da vida, os Robertos também falam. Falam de um modo muito expressivo, com sons agudos e carregando nos erres. O segredo está bem guardado no céu da boca do manipulador. É uma palheta, que amplia a voz e tem resultados surpreendentes. Rrrrapaz! Porrrra! Rrrrrroberto!
Os Robertos usam muitas exclamações, batem e gesticulam. Por isso, os espectáculos acabam sempre à paulada. Toma, toma, toma!…
Então, é altura dos Robertos descansarem. Até à próxima. Porque, afinal, não imitam a vida em tudo. Não sei se já perceberam, mas eles são imortais.

“Baile de Máscaras” e “Maria Liberdade” na técnica de Robertos

O espetáculo é composto por dois sketch’s e pelo Roberto Palhaço, apresentador, que vê a sua prestação dificultada por personagens do fantástico que lhe criam situações inesperadas.
Os sketch’s representados são o Baile de Máscaras e a Maria Lberdade.
No Baile de Máscaras, Roberto no papel de ilusionista transforma o ajudante em porco, burro e diabo.
Na Maria Liberdade, Roberto defronta os vários poderes que mantinham aprisionada Maria Liberdade numa referência ao 25 de Abril.